Créditos: Reprodução Instagram
José Leonardo, filho do cantor Zé Felipe e da influenciadora Virginia Fonseca, precisou ser internado devido a um quadro de bronquiolite.
A mãe, que também é apresentadora, compartilhou a informação com seus seguidores e pediu orações pela recuperação do pequeno, que tem apenas cinco meses de idade.
Apesar da preocupação inicial, o neto do cantor Leonardo tem apresentado boa evolução. Segundo Virginia, o bebê segue reagindo bem ao tratamento e interage constantemente com a mãe no quarto do hospital.
De acordo com a médica nutróloga Dra. Cibele Spinelli, a bronquiolite aguda é causada principalmente por infecções virais que afetam o trato respiratório inferior.
O principal agente é o Vírus Sincicial Respiratório (VSR), responsável por até 80% dos casos. Outros vírus, como adenovírus, influenza, parainfluenza e rinovírus, também podem desencadear o problema.
“A bronquiolite aguda é causada principalmente por infecções virais que atingem o trato respiratório inferior, sendo o Vírus Sincicial Respiratório (VSR) o principal responsável, presente em até 80% dos casos. Outros vírus, como o adenovírus, influenza, parainfluenza, rinovírus, também podem desencadear a doença. Esses vírus causam inflamação, inchaço das vias aéreas pequenas e aumento da produção de muco nos pulmões das crianças”, explica a especialista.
A evolução da doença pode ser rápida e, em casos mais graves, comprometer a capacidade respiratória do bebê. Os sintomas iniciais costumam se assemelhar aos de um resfriado comum, com coriza e tosse, mas podem progredir para chiado no peito, dificuldade para respirar e uso exagerado dos músculos respiratórios.
Nos casos mais sérios, a internação hospitalar se faz essencial para monitoramento e tratamento adequado. Segundo a especialista, bebês menores de dois anos, especialmente os com menos de três meses, prematuros ou portadores de doenças cardíacas e pulmonares, apresentam maior risco de complicações.
“A bronquiolite aguda pode ser perigosa, especialmente em bebês menores de dois anos, e mais ainda nos menores de três meses, prematuros ou aqueles com problemas cardíacos ou pulmonares. Os sintomas começam com um resfriado comum, incluindo coriza e tosse, mas podem evoluir rapidamente para dificuldade para respirar, chiado e uso exagerado dos músculos respiratórios. Nos casos mais graves, a falta de oxigênio pode exigir internação hospitalar”.
A médica reforça que, em situações de maior gravidade, a hospitalização se torna indispensável para um melhor acompanhamento da respiração e do estado geral da criança.
“Especialmente quando o bebê apresenta dificuldade para respirar, não consegue se alimentar adequadamente ou tem sinais de desidratação. Crianças de alto risco, como bebês muito pequenos, prematuros ou com doenças pré-existentes, também podem precisar de cuidados hospitalares para monitorar a respiração e evitar complicações mais sérias”.
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