No dia 15 de outubro de 1993, se eternizava a lembrança de um dos maiores tocadores de viola da história do país, José Dias Nunes, o mestre Tião Carreiro. No fim deste ano, o músico completaria 80 anos de vida.
Tião é um dos mitos do sertanejo raiz e deixou para trás um legado do qual a música caipira se lembrará sempre. Grande parte de sua história se deu ao lado do parceiro Pardinho. Gravou ao todo 27 discos, contando parcerias e solo.
Ganhou sua primeira viola ainda quando ainda era menino, presente de seu pai e, sozinho, começou a tocar o instrumento. Cantou e compôs grandes clássicos que vivem até hoje como: ‘Amargurado’ (com Dino Franco), ‘Rio de Lágrimas’ (com Piraci e Lourival dos Santos), ‘Cabelo Loiro’ (com Zé Bonito) e tantos outros.
Como diria o eterno mestre da viola: “Morre o homem, fica a fama, e minha fama dá trabalho”.
Abaixo Tião Carreiro e Pardinho cantam ‘A Viola e o Violeiro’:
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