Publicado em 16 de junho de 2026 às 10:23 por Camila Pimentel

Após anos de curiosidade por parte dos seguidores, Thaís Gebelein explicou por que nunca oficializou a união com Pedro Leonardo em uma cerimônia religiosa. Em conversa com os fãs nas redes sociais, a influenciadora contou que uma superstição presente na família do marido influenciou a decisão do casal.
Juntos desde o Réveillon de 2010 e pais de duas filhas, Thaís e Pedro são casados no civil, mas nunca realizaram o casamento na igreja.
Ao responder uma pergunta dos seguidores, Thaís contou que, no início do relacionamento, tinha vontade de realizar uma cerimônia tradicional. No entanto, Pedro Leonardo e familiares acreditavam que casar na igreja poderia trazer o fim da relação.
"Não casei na igreja porque o Pedro tinha essa coisa de não casar na igreja. A família dele tem esse lance do 'quem casa, separa'. A gente foi levando, mas ocorreram muitas intercorrências. Eu tinha vontade de oficializar, sim, a cerimônia, mas depois que eu perdi a minha mãe, não faz mais sentido para mim. Confesso que tem uma torcida organizada para eu fazer esse casamento".
Apesar de não terem celebrado uma cerimônia religiosa, Thaís explicou que oficializou a união no papel após um pedido das filhas, Maria Sophia e Maria Vitória.
Segundo ela, as meninas queriam que a mãe tivesse o mesmo sobrenome da família.
"Eu sou casada no papel com o Pedro, mas já tive união estável. Depois de um tempo, a gente resolveu oficializar e eu tive que trocar todos os meus documentos. As meninas pediram para eu ter o nome igual ao delas. E assim a gente fez. Filhos mandam na gente quando eles podem"
Durante a interação com os seguidores, Thaís também falou sobre a vida amorosa da primogênita, Maria Sophia, que está conhecendo um rapaz chamado João.
Ela afirmou que procura manter uma relação aberta e baseada no diálogo com as filhas:
"Lido muito bem. Tenho uma cabeça muito boa. O Pedro também tem, mas tem coisas que eu sinto que ele fica meio, 'minha filha cresceu', mas ele tem uma cabeça boa para lidar também. Eu passei por isso também, mas não tinha uma liberdade tão grande de conversar com a minha mãe. Senti muita falta disso e queria dar isso às minhas filhas. Deixo ela muito à vontade para saber que a gente pode conversar e que ela pode contar comigo se tiver algum problema. Por mais que eu possa brigar em um primeiro instante ou me desesperar, a gente vai estar aqui para ajudar"
Ao comentar a relação da filha, Thaís ainda brincou sobre as regras criadas pelos adolescentes para definir um namoro.
"Mas não é um namoro ainda, segundo eles. Tem toda uma lógica aí de adolescentes. Tem que ter pedido, aceitação, aliança, fita vermelha, laço… Estou perdidinha. Olho e dou risada. Minha filha é exigente e sistemática. Ela está no processo dela. Quando virar um namoro, quem sabe eles contam para vocês".